
E-commerce brasileiro deve movimentar R$ 65 bilhões no 2º semestre
O e-commerce brasileiro projeta R$ 258,4 bilhões em 2026 — alta de 10% sobre o ano anterior, segundo a Abiacom. Só no segundo semestre, as quatro principais campanhas sazonais devem injetar R$ 65,07 bilhões.
O calendário: Dia dos Pais (R$ 10,56 bi), Dia das Crianças (R$ 10,16 bi), Black Friday (R$ 14,75 bi, com o maior tíquete médio do ano: R$ 808,50) e Natal (R$ 29,60 bi, liderando em volume com 42,24 milhões de pedidos).
Os números confirmam que comprar online é hábito consolidado. Mas o crescimento vem com um alerta: o tíquete médio geral recuou 5,4%, para R$ 269,46. O consumidor está mais cauteloso, priorizando compras fracionadas e descontos.
BoxShift Take
Em um mercado cada vez mais competitivo, crescer não depende de vender mais — mas de gerar mais valor em cada venda. O diferencial está em transformar volume de transações em relacionamentos duradouros.
Uma das alavancas mais subestimadas é a página pós-compra. Quando ela deixa de ser apenas confirmação e passa a oferecer anúncios relevantes (retail media), vira um novo canal de receita. O varejista que integrar pós-compra, benefícios e experiência ao longo da jornada vai proteger margens enquanto o mercado cresce.
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