
Dia das Mães: por que as marcas ainda perdem vendas entre canais
O Dia das Mães é uma das datas mais relevantes para o varejo brasileiro. Também é onde o gap entre canais fica mais visível. Cliente vê o anúncio no Instagram, clica, vai para o site, adiciona ao carrinho, desiste. Depois passa na loja, pergunta sobre o produto, a vendedora não tem informação do que ele viu online, ele sai sem comprar.
A marca perdeu a venda três vezes — não por falta de tráfego, mas por falta de continuidade entre canais.
O problema não é novo, mas a janela está fechando
O consumidor de 2026 não separa canais. Ele espera que a marca saiba que ele viu o produto no Instagram antes de entrar na loja. Quando a vendedora pergunta "já conhecia?" sem ter contexto nenhum, a experiência quebra.
As operações mais maduras já tratam isso como infraestrutura, não como diferencial. Dados de navegação, carrinho abandonado e busca no site alimentam o atendimento em qualquer canal. O cliente não repete informação — a marca carrega o contexto.
Onde a perda acontece
Três momentos críticos concentram a maior parte do vazamento entre canais: carrinho abandonado sem recuperação multicanal, falta de integração entre inventário online e físico, e atendimento sem acesso ao histórico digital do cliente.
Cada um desses gaps é resolvível com tecnologia que já existe: CRM integrado, automação de recovery via WhatsApp e e-mail, e dashboard unificado de inventário. O que falta não é ferramenta — é decisão de conectar o que está separado.
BoxShift Take
A marca que resolve a continuidade entre canais não só vende mais no Dia das Mães — constrói uma base de dados que permite vender melhor o ano inteiro.
O cliente não quer escolher entre comprar online ou na loja. Ele quer comprar onde for mais conveniente naquele momento. Se a marca não acompanha, o concorrente que acompanha leva a venda.
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